quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

 "LOVE + FEAR": TUDO SOBRE O NOVO ÁLBUM


Como prometido, Marina tirou esta quinta (14) para - finalmente - liberar informações sobre seu novo álbum e turnê. Através das redes sociais, a ex-and the diamonds fez uma série de revelações e nós reunimos algumas aqui.

- "LOVE + FEAR" é o título;
- Será lançado dia 26 de abril de 2019;
- O álbum será duplo, divido entre os lados "LOVE" e "FEAR", cada lado com 8 faixas;
- O lado "LOVE" é mais calmo e reflexivo;
- O lado "FEAR"é mais animado;
- "Orange Trees" é a faixa pela qual Marina mais está ansiosa para ouvirmos;
- "To Be Human" traz um tema político;
- "Karma" retrata abusos praticados por homens contra mulheres na indústria musical e cinematográfica.
- O vinil virá com uma versão limitada de "Baby".

Abaixo você pode conferir a tracklist oficial.


Os produtos oficias da era também já estão disponíveis em pré-venda. Confira clicando aqui.


Ansiosos?!



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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

 HANDMADE HEAVEN: TÍTULO DO SINGLE É REVELADO EM CAMPANHA NO SPOTIFY


   Com lançamento anunciado para essa sexta (08), Marina se manteve quieta à respeito da sua próxima música de trabalho. Mas, Diamonds que resolveram tirar a manhã dessa segunda (04) para ouvi-la no Spotify acabaram encontrando algumas novas pistas. Algumas músicas da Marina na plataforma estavam mostrando um novo layout promocional escrito #MARINA4 e uma letra - até então misteriosa.

A imagem pode conter: texto

   Analisando as letras disponíveis, foi possível formar o título "Handmade Heaven", que já havia sido dito por insiders meses atrás e a própria Marina também já tinha feito um tweet suspeito.






   Segundo o mesmo insider do Twitter, Marina já nos deu um trechinho da música num Q&A feito no Instagram há alguns meses durante a divulgação de "Baby". Relembre:


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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

 "EU VEJO MUITA MISOGINIA NA MINHA FANBASE" - MARINA EM NOVA ENTREVISTA


A nova era está realmente chegando! Hoje (31), Marina pegou todos de surpresa ao divulgar uma entrevista realizada este mês para o portal Dazed. Por ser a primeira após sua longa pausa artística, a cantora expôs e explicou diversos acontecimentos deste período. Leia abaixo a nossa tradução ou confira a matéria original clicando aqui.

MEU NOME É MARINA

  Após uma mudança de nome e três anos fora dos holofotes, a artista conhecida como Marina and The Diamonds está pronta para fazer o seu retorno.

  Em Março de 2016, Marina Diamandis saiu do palco de um festival na América do Sul e percebeu que ela perdeu a paixão pela música. A popstar Marina and The Diamonds construiu uma fanbase de milhões de fãs, mas após 12 intensos meses promovendo seu terceiro álbum "Froot", a indústria musical foi deixada pra trás. "Eu estava no palco e pensava 'Não estou me sentindo viva'," Diamandis desabafa hoje. Suas palavras são espaçadas com lentas pausas. "Não tenho certeza de como falar sobre isso, pois isso ocorria durante bastante parte do tempo, e eu me senti muito confusa sobre se eu queria continuar como uma artista." Outra pausa. "Muito confusa."

  Hoje, Diamandis olha para um dia quente de inverno fora da janela da cafeteria, como se não fosse uma popstar. Ao contrário da formação progressiva de personalidades artísticas, a própria Diamandis pouco mudou durante a última década. Ela tem um trio de álbuns top 10, e mais de 800 milhões de streams mundialmente, mas ainda é autodepreciativa, bem-humorada e disposta a rir. Seus fãs dedicados gritam ao vê-la no palco, mas sua mãe pode passar por ela no Tesco e mal bate a pálpebra. Depois de um longo período longe dos holofotes, Marina está de volta, e ela está armada com algumas de suas músicas mais complexas e cinematográficas até hoje.

  Para começar a nova era, ela abriu mão do seu nome 'Marina and The Diamonds' para lançar músicas apenas como 'Marina'. Ela levou uma dose séria de contemplação para chegar a esse ponto, e não poderia deixar de ter algumas repercussões. Sua mudança de nome foi anunciada no Twitter lá em 2018, e isso levou seus 'Diamonds' (o apelido que ela dá aos fãs) ao delírio. Isso não foi um ataque a eles - eles simplesmente interpretaram mal o motivo dela. "Levei mais de um ano para descobrir que minha identidade estava atrelada a quem eu era como uma artista," ela fala sobre seu novo nome, "e não sobrou muito de quem EU era." E então, o efervescente projeto se transformou em algo mais simples.

  Mas como é que alguém que se desapaixonou pela coisa que uma vez lhe trouxe alegria e a ajudou encontrar uma maneira de se amar novamente? No caso de Diamandis, ela teve que aprender a ser ela mesma.

  2008, quando Diamandis debutou, era um ano de transição para o pop. Enquanto os grandes nomes da indústria tiraram o ano de folga (Exceto Beyoncé com I Am... Sasha Fierce), o cenário foi aberto para novos cantores e compositores, como Adele e Duffy. Esse período deu aos rebeldes do novo milênio do Myspace a chance de terem seus momentos. E então Diamandis, junto a nomes como La Roux e Florence + The Machine, estouraram em clubes das noites de Londres, despertando o interesse de gravadoras. Juntos, eles provaram que o público estava mais do que disposto em investir em ações ambiciosas, eles queriam popstars que não tinham medo de escrever músicas "de risco".

  O disco de estreia de Marina, The Family Jewels, lançado em 2010, entrava nessa onda: era uma coleção esquisita de jangly piano pop que dissecou as convenções inconstantes de fama e sucesso que ela nunca quis se submeter. "Eu escutei [o álbum] de novo cerca de quatro meses atrás e percebi que era absolutamente uma loucura!", Ela ri agora. Foi um sucesso crítico e comercial, mas temendo que a vida útil fosse curta para uma estrela pop anômala como ela, ela foi empurrada para um som mais amigável para as paradas para seu próximo projeto. Depois de muita barganha dos patrões, Diamandis se acalmou com a ideia - mas só se ela pudesse fazê-lo do seu próprio jeito.

  Electra Heart, lançado em 2012, foi um disco electro-pop produzido por Stargate, Diplo e Dr. Luke (antes das acusações de abuso) que se encaixava mais com as músicas do momento. De primeira, foi um grande choque para os primeiros fãs (embora seu primeiro single promocional, "Radioactive", continue sendo um dos mais subestimados hinos de Diamandis), mas em vez de de soar falsa como todos os que dominavam as paradas, Diamandis usou o meio para criar uma narrativa subversiva e satírica sobre um arquétipo feminino de Hollywood. “Eu sinto que meio que usei esse modo de expressão para explorar minha identidade, porque eu era muito instável aos 20 e poucos anos”, ela reflete agora. Funcionou: Electra Heart tornou-se seu primeiro álbum no Reino Unido a alcançar o número 1 nas paradas, e agora tem certificado de ouro.

  Seu trabalho, tanto no passado quanto no presente sempre foi “pop cultural” ao invés daquele pop certinho, direto ao ponto nesse sentido. Enquanto a música para charts, o tipo feito pelos contemporâneos conformados de Diamandis, é feito para cair sem problemas no gosto da esfera pública pronto para consumo, ela foi capaz ressignificar os temas bem minados pela sociedade contemporânea - auto-obsessão, cultura da celebridade superexposta - e mostrar a nós exatamente o que tem de mais podre sobre eles através de sua música. Ela estava criticando o próprio sistema em que teve que naturalmente se assimilar. “Eu era essa pessoa opinativa que escrevia minhas próprias músicas, mas ao mesmo tempo eu ama a ideia de seguir o espírito da época (zeitgeist)”, ela diz quando eu a aponto esta dicotomia. “Às vezes, essas duas coisas não necessariamente se cruzam com ser uma pop star.”

  Ser uma espécie de azarão conquistou Diamandis uma legião de fãs, que respondem apaixonadamente a cada um de seus posts nas mídias sociais. Mas quando você está tirando um tempo do mundo pop, pequenas nuances - como aquelas por trás da sua sutil mudança de nome, por exemplo - são coisas que nem mesmo os mais fervorosos não se dão conta. Dando uma olhada em suas menções, você encontrará pop stans caçando fama viral fazendo piadas de que seu hiato a levou a “pobreza”. “Na maior parte, meus fãs são inteligentes e legais, e pode ser apenas a natureza de ser jovem e estar online, mas eu vejo que rola muita misoginia - mesmo na minha própria fanbase,” diz Marina. Ela sabe o quanto disso é dito em tom de brincadeira, mas comentários mesquinhos sobre status financeiros nunca surgem nas menções de homens que estão tirando um tempo, só aquele tipo de mulher cujos fãs pensam que vão trabalhar mais rápido para satisfazer as demandas de quem nem conhecem.

  Como resultado disso, ela aprendeu a dar uma segurada, e só compartilha o que é absolutamente necessário com aqueles que podem amá-la e não a conhecem na vida real. “Eu tenho limites agora,” ela diz. “Eu amo e adoro todo o apoio pela minha música, mas as pessoas online não são donas de mim, e eu não vou dar a elas nenhuma ilusão para achar que tenham posse de qualquer título como esse.” É uma postura nobre para uma pop star fazer quando a linha entre a vida, arte e mercadoria está continuamente borrada. “Eu acho que não nem um pouco saudável jogar esse jogo, então eu não posto nada a respeito da minha vida pessoal online. Qualquer outra coisa que não seja a respeito da minha música, eu posso simplesmente… colocar em um Instagram privado!” Então, Diamandis tem um finsta (instagram fake)? Ela de repente tem um grande interesse por tudo que está no teto antes de berrar num ataque de riso. Próxima questão.

  Longe da rígida estrutura do ciclo de álbuns, no começo de 2017 ela começou o MarinaBook: um projeto que a viu canalizar a emoção que uma vez ia em sua música, ir a blogs sobre seus encontros com a ansiedade e tomando curso de uma vida de uma artista em hiato. É interessante, digo, que sua vida privada é uma zona proibida no Instagram, mas é dissecada em detalhes refinados naquele blog em que ela atualizava esporadicamente antes de dar um tempo no final de 2017. “Eu acho que é por isso que eu não retornei a ele, porque isso me assustou!” ela diz rindo do quão nauseante a experiência foi para ela. No entanto, ela vê os benefícios disso a longo prazo agora. Dissecar a psiquê humana, tanto no interior de suas músicas e de como pessoa, sempre foi algo que a fascinou, tanto que ela decidiu se matricular em um curso de Psicologia na Birkbeck University em Londres. Por alguns meses, se você desse uma volta pela biblioteca da faculdade, você poderia topar com Marina Diamands escrevendo ensaios de psicologia moderna e teorias da personalidade.

  Eu me pergunto se a graduação foi uma decisão consciente para Diamandis, uma pessoa curiosa em um limbo profissional, para tentar fazer mais senso de si mesma ou para ajudar aqueles ao seu redor. Ela afirma que foi para ambas as coisas, mas um curso sobre a teoria do apego realmente pegou de jeito sua personalidade. “Me ajudou a entender muito as minhas próprias motivações e a compreender melhor minha infância.” Ela faz uma pausa para um gole de seu, agora morno, café. “Eu fiz muita terapia e isso definitivamente trouxe algo novo para mim.”

  Os tempos mudaram agora e um pop star discutir sua saúde mental tão abertamente não é mais um assunto tabu, mas estaria Diamandis, que ascendeu à fama antes desse período transicional no pop, confortável em conversar publicamente sobre terapia? “Eu acredito que sim, porque eu acabei de contar a você - e nós acabamos de se conhecer!” ela sorri. “Mas talvez eu não teria feito isso antes, porque eu sempre mantive essa percepção de um artista que era muito restrita. Eu não fiz muita terapia, talvez só dois anos no total, mas eu, como muitos em nossa geração, tive muitos confrontos com a minha saúde mental desde muito jovem. Talvez eu tenha gravitado para esse assunto naturalmente porque eu sempre quis resolvê-lo."

  “Estamos chegando em um momento no tempo em que artistas estão falando sobre isso em tempo real”, ela diz. “Eles estarão em turnê e dirão, ‘estou me sentindo péssimo neste momento’, o que eu nunca teria feito durante Froot. Eu não me senti bem durante essa turnê inteira.” Não era a recepção da crítica, que estava no auge, nem a forma que os fãs reagiram à turnê. Em vez disso, “tinha a ver com a família. Um parente estava realmente doente, e em pouco tempo depois que dois membros muito queridos da família tinham falecido - tudo num período de três meses. Eu apenas senti que não conseguiria lidar mais, mas eu tinha me comprometido a estar em turnê. Eu estava no palco todas as noites percebendo que eu não queria ser vista, eu não queria estragar a ilusão das pessoas vindo te ver, que pagaram por um ingresso e lhe esperaram do lado de fora.”

  Em seu tempo fora dos holofotes, Marina se acostumou a tornar-se uma normal, não-pop star de novo. Ela está curtindo a falcoaria (“Eu realmente espero que meu namorado me arranje um curso de presente de Natal!” ela ri), está praticando yoga, passando muito mais tempo com seus amigos de verdade (sim, isso inclui a Lana), e está frequentando uma aula de desenho da vida não muito longe de sua casa na zona norte de Londres. Sentindo-se viva e apaixonada novamente com o ofício que uma vez pareceu tão distante dela, ela aparenta estar mais feliz, completa e contente do que nunca.

  Ela também está de volta ao estúdio de gravação, fazendo o que chama de “disco de pop contemporâneo”, colaborando com alguns dos mais comentados compositores e produtores da década passada. “Talvez seja por isso que este novo álbum não seja realmente tão conceitual!” ela brinca enquanto nos despedimos, a morte de personas antigas permitindo-a viver uma existência mais livre, embora ela admita que isso ainda é um trabalho em andamento. “Eu não tenho certeza do que isso parece ainda,” ela afirma, se referindo ao ideal de vida que espera criar para si mesma, no qual Maria a artista e Marina a mulher existem separadamente. “Mas eu sinto que irei conseguir fazer isso.”
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 MARINA ANUNCIA: "OITO DIAS"


Como já havia dito antes, iremos ouvir algo novo da Marina no mês de Fevereiro e hoje (31), através do seu Instagram, Diamandis postou uma nova foto promocional com a legenda "8 dias." 

Uma publicação compartilhada por MARINA (@marinadiamandis) em

Com festival já agendado para Maio, não irá demorar muito para termos o álbum completo em mãos.
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sábado, 26 de janeiro de 2019

 VAI TER "BABY" NO BRASIL! CLEAN BANDIT ESTÁ CHEGANDO


Clean Bandit está chegando! O trio - quase um quarteto, se contarmos com a Marina - hitmaker está chegando em terras tupiniquins para um show único em São Paulo no dia 01 de Fevereiro (sexta). Os ingressos já estão à venda e você pode adquirir clicando aqui.

Queremos ver a cota Diamond representando, cantando "Baby" e - quem sabe - "Disconnect"! Vamos juntos!




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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

 POPCRUSH ELEGE "BABY" A MELHOR MÚSICA DE 2018


O ano está acabando, e os rankings estão surgindo! Foi a vez do portal PopCrush publicar sua lista de melhores músicas lançadas em 2018 e, para a nossa surpresa, "Baby" assumiu o topo! O portal ainda encheu a colaboração do Clean Bandit com Marina e Luis Fonsi de elogios.

"Nós não percebemos o quanto sentimos falta da voz acetinada de Marina até que ouvimos suas deslumbrantes acrobacias vocais ao lado do charme espanhol de Luis Fonsi em “Baby”. A fusão latino-pop / EDM faz referência ao amor perdido que oferece todo o delicioso drama romântico de uma novela, mas na pista de dança. É também um single cativante, muito cativante, com o apelo de um crossover global, embalando uma melodia implacável que - bem como as fantasias de um passado amoroso - recusa-se a desgrudar do cérebro ou do coração. (Erica Russell)"
O single tem mostrado estabilidade nas paradas britânicas e as promoções estão à todo vapor! Você pode conferir a lista completa clicando aqui.

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 LANÇAMENTOS

The Brazilian Jewels | 2017